O Daae, por meio da Diretoria de Gestão Ambiental (DGA), fez a entrega de uma balança eletrônica (capacidade de 50 quilos), uma impressora multifuncional, um notebook, uma smart TV 49', um mixer e um tanquinho ao Parque Ecológico de São Carlos, nesta segunda-feira (09/12). A entrega de materiais é contrapartida do convênio firmado entre a autarquia e o Parque Ecológico, para o recebimento de animais que se encontram em risco (feridos e/ou filhotes).

 

Já foram encaminhados ao Parque, quatis, periquitos, corujas, gato-do-mato, gambás, tamanduás, entre outras aves e mamíferos. Nesta semana, um cachorro-do-mato, com ferimento grave na pata, que há três meses havia sido encaminhado pela DGA ao Parque Ecológico de São Carlos, está pronto para ser encaminhado a um Centro de Triagem de Animais Selvagens, para reabilitação e soltura. “A finalidade deste convênio é resgatar, cuidar, reabilitar e soltar”, disse Kátia Castro de Matteo, diretora de Gestão Ambiental do Daae.

A diretora enfatizou que é muito importante essa parceria com o Parque Ecológico de São Carlos, que estará em vigência até final de 2021. “Esse convênio vem contribuindo conosco desde 2017, de forma voluntária no atendimento aos animais resgatados no município de Araraquara. O Daae continuará cooperando com o parque para que essa atividade prossiga e seja ampliada, dando a assistência necessária à fauna”.

Fernando Magnani, diretor do Departamento de Defesa Animal do Parque Ecológico de São Carlos e a Chefe de Seção, Samanta Campos da Silva, recepcionaram a diretora e o grupo de servidores. “Do ponto de vista do resgate da fauna, não existe outro sistema que não seja a parceria. Espero que outras cidades dividam o ônus, para ampliar e ajudar a fauna silvestre”, comentou Magnani.

Ao longo dos últimos três anos, a DGA, por meio da Gerência de Biodiversidade/Unidade de Gestão de Fauna, atendeu mais de mil ocorrências referentes à fauna silvestre em Araraquara. “Esses atendimentos vão desde orientações de como conviver com espécies silvestres, como corujas, outras aves, gambás e lagartos, onde se faz necessária uma mudança de olhar sobre a vida silvestre que nos cerca, até casos em que é preciso o resgate dos animais como ouriço-cacheiro, cachorro-do-mato, diversas espécies de aves, entre outros animais da vasta lista de espécies que existem no município, que são quase 400 espécies, que por ventura tenham entrado em uma residência. Na grande maioria dos casos, estes animais estão aptos À soltura e são liberados o mais rápido possível em áreas verdes preservadas e monitoradas, mas existe uma parcela significativa de animais que precisam de atendimento veterinário”, relatou João Henrique Barbosa, coordenador da Unidade de Gestão da Fauna, presente à entrega dos materiais. Também estiverem presentes ao ato o fiscal ambiental, Rodrigo Batigalhia e a agente operacional, Paula Fernandes.

Assessoria de Comunicação, 10 de dezembro de 2019.

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